Incêndios em navios de cargas reforçam a importância do seguro de Transporte Internacional

O transporte de cargas internacional, principalmente o marítimo, é passível de uma série de sinistros por conta da sua natureza, mas nenhum deles é tão delicado quanto um incêndio a bordo. Se a tripulação não conseguir controlar o fogo, ele pode se espalhar comprometendo não apenas toda a carga, mas a própria estrutura do navio. Dependendo da sua localização no globo, a embarcação pode ficar à deriva e vários dias sem ajuda externa.

Para evitar situações críticas como essa, pode ser declarada “Avaria Grossa” (General Average), ou seja, a liberação de qualquer procedimento necessário para evitar um mal maior e garantir o salvamento do navio e da sua carga.

A questão é que, quando isso acontece, as despesas e danos derivados dos procedimentos de salvamento serão rateados proporcionalmente entre o armador e proprietários das cargas. De maneira geral, é cobrado de 2% a 7% da soma do custo da mercadoria e frete dos envolvidos, valores que são cobertos pelo seguro de transporte internacional.

Porém, os importadores que não tiverem seguro serão obrigados a depositar na conta do armador o valor definido de sua participação na avaria, ou não receberão suas cargas. São por situações como essa que orientamos aos importadores que jamais realizem suas operações sem a contratação de um seguro de transporte internacional, pois correm risco de sofrerem um enorme prejuízo financeiro, mesmo que sua carga não sofra dano algum.

A prova mais recente que esses acontecimentos são mais comuns do que parece, aconteceu semana passada. Uma explosão seguida de incêndio em um dos maiores e mais modernos navios de cargas do mundo, o Maersk Honam, interrompeu o trajeto da embarcação, que seguia de Singapura para Suez, pelo mar da Arábia.

Em 2015, outro acidente envolvendo navio de cargas chamou a atenção do mundo. O Maersk Londrina, um porta-containers que fazia a linha regular entre portos asiáticos e brasileiros, sofreu explosão seguida de incêndio em um dos seus porões. A embarcação teve 15 contêineres destruídos pelo fogo e outros 332 avariados.

Naquela ocasião, os armadores proprietários do navio declararam Avaria Grossa, fazendo com que as despesas extraordinárias de todos os procedimentos para o salvamento fossem divididas proporcionalmente entre eles e os proprietários das cargas.

Vale lembrar que o seguro oferece ainda diversas coberturas adicionais para eventos extraordinários, como guerra e greves. Dependendo da apólice, as seguradoras ficam responsáveis também após o desembarque e no percurso complementar até o destino final.

Fonte: segs

PENSE COLETIVO! Regras para transporte de carga em carros de passeio

Você sabia que  o Código de Trânsito Brasileiro tem regras específicas para o transporte de carga em veículos não específicos? Fique ligado, pois o não cumprimento delas pode gerar multas e dores de cabeça.

A primeira regra de ouro é: a carga total não deve ultrapassar os limites do carro.

Em relação à altura, a carga pode ultrapassar até apenas 50 centímetros da altura do veículo. Já o peso da carga não pode exceder o que está estipulado no manual do veículo pela sua montadora.

Quando as regras são desrespeitadas, os ocupantes do veículo em questão correm grande perigo, já que a segurança é colocada em risco.

Caso a lei seja desrespeitada e o motorista for pego em flagrante, a multa é de R$195,23 por infração grave, além de cinco pontos na carteira.

Quando o peso da carga é maior do que está especificado no manual do veículo, os pneus são sobrecarregados, podendo desalinhar e desbalancear o carro. Por conta disso, a velocidade também será reduzida e, se estiver trafegando em rodovias ou autovias, pode causar acidentes gravíssimos.

Já em caso da carga ultrapassar a altura máxima permitida em carros de passeio (50 centímetros), podem acontecer acidentes em túneis, portões, árvores e fiações elétricas, além de prejudicar a visão de outros veículos no tráfego.

PENSE COLETIVO! Consciência no trânsito!

 

 

 

Diagnóstico de Câncer já pode ser coberto por seguro

Iniciativa decorre de avanços no processo de tratamento da doença, que segue com altos índices de incidência no país.

Doença ainda é a segunda maior causa de mortes no mundo e preocupação de muitas pessoas (Foto: Shutterstock)

Poucas palavras assustam mais as pessoas que “câncer”, doença que até a década passada tinha o peso de uma sentença de morte. Do início dos anos 2000 para cá, entretanto, muita coisa mudou, e se os últimos meses não foram tão animadores para a economia mundial, foram momentos extremamente promissores para o avanço nos tratamentos para combater esse mal: o FDA, agência reguladora de medicamentos nos Estados Unidos, acaba de aprovar oito novas terapias contra o câncer, além de ter validado 12 novas formas de utilizar medicações já disponíveis no mercado.

Dessa leva, vale destacar a imunoterapia, tratamento que promete auxiliar as defesas naturais do organismo a detectarem e tratarem tumores que ganhou o status de tratamento mais promissor do ano de acordo com a Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco). Além disso, fatores decorrentes das pesquisas realizadas sobre o tema nas últimas décadas e os avanços tecnológicos em equipamentos médicos permitem que a doença seja detectada em suas etapas iniciais, fator que eleva consideravelmente as chances de sucesso em seu combate – para o tumor de mama, para citar um exemplo, há 90% de chance de eliminação da doença caso a mesma seja detectada precocemente.

Embora os tratamentos tenham avançado, os números da doença ainda assustam: entre 2016 e 2017, a estimativa é de que surjam 600 mil novos casos no país, com 180 mil deles sendo do câncer de pele não-melanoma, o mais incidente na população. Os cânceres de próstata, em homens, e mama, em mulheres, também têm números altos, com estimativa para o mesmo período de 61 mil e 58 mil novos casos, respectivamente, mesmo com as fortes campanhas de prevenção como o Outubro Rosa e Novembro Azul. Dados como esses reforçam a importância de se investir em um bom seguro de vida.

Pensando nisso, e na tendência de desenvolver produtos que acompanhem as pessoas nas diferentes etapas de suas vidas, a seguradora Tokio Marine desenvolveu uma modalidade de produto que pode ser utilizada pelos segurados em vida: o Seguro de Vida Individual, que vai além das coberturas de morte e invalidez. Nele estão inclusas coberturas para diagnósticos de câncer feminino e masculino, além de outras doenças graves.

Indenização para cobrir tratamento
A seguradora oferece coberturas especiais a partir do diagnóstico da doença para ambos os sexos. Os segurados recebem a indenização do plano para auxiliar nos custos do tratamento, que pode ser custoso e longo.

Essas coberturas estão inclusas em três modalidades oferecidas pela seguradora, que incluem também outras doenças graves. No Combo 1 são contemplados câncer, AVC, infarto e transplante. No Combo 2 estão todos os serviços do primeiro, além de Alzheimer, insuficiência renal, perda de audição, Bypass e cegueira. O Combo 3 soma as coberturas do segundo, além de embolia pulmonar, esclerose múltipla e paralisia de membros. Esses benefícios estão disponíveis nos Seguros de Vida Homem e Mulher.

Prevenção é a chave
Mesmo com a cobertura por um Seguro de Vida, a prevenção é a chave para reduzir as chances de incidência da doença e evitar passar por um tratamento penoso. Medidas como manter uma alimentação saudável, evitar o cigarro, reduzir o consumo de álcool e praticar uma atividade física regular são algumas das boas práticas para prevenir contra esse mal. Pensando nisso, além das coberturas, a seguradora também oferece em seus planos de Seguro de Vida, o Aplicativo Vida Saudável para que o segurado cuide do corpo e da alimentação com a ajuda de profissionais especializados.

Fonte: Globo.com

 

 

Setor de seguros indenizou 300 mil celulares roubados em 2017

O programa “Fantástico”, da Rede Globo, divulgou no domingo passado (28), uma ampla reportagem sobre roubos e furtos de celulares. A matéria também mostrou a rede de apoio aos criminosos para o desbloqueio dos aparelho e troca do IMEI, processos, aparentemente, muito fáceis. Por meio de um aplicativo secreto, os repórteres conseguiram seguir remotamente um aparelho roubado, identificando todas as fases do crime.

Assista à reportagem: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2018/01/apos-seguir-celulares-saiba-como-bandidos-fazem-para-vende-los.html

Devido ao aumento do número de roubos, a procura pelo seguro de celulares aumentou 70%, de 2017 até agora, informou a reportagem. Ao todo, foram 300 mil celulares indenizados somente no ano passado, no Brasil.

Para combater o crime, as operadoras e a Agência Nacional de Telecomunicações dizem que vão tirar da rede todos os celulares piratas ou com IMEI adulterado, o que deve acontecer, segundo a reportagem, em maio.

Fonte: CNseg e Assessoria de Comunicação do SINCOR-GO

 

Seguro de Carga: O que vale mais à pena Carta DDR ou Seguro Roubo?

No momento que o embarcador contrata o seguro de transporte de carga, ele pode pedir à seguradora para incluir na apólice a Dispensa do Direito de Regresso (carta DDR), que em teoria vai livrar o transportador de ter que pagar pela carga em caso de roubo.


As seguradoras adotaram este instrumento, a carta DDR, para notificar os transportadores que abrem mão do direito de buscar o ressarcimento por sinistros indenizados. Neste documento, são especificados os riscos que o direito de regresso dispensa e as regras de gerenciamento de risco que devem ser cumpridas. Resumindo, a carta DDR indica que a seguradora do embarcador não moverá ação regressiva contra o transportador em caso de sinistro, deixando de exercer um direito que lhe pertence.

O problema da carta DDR é que vem junto com uma série de exigências do Gerenciamento de Risco e tais exigências às vezes custam mais caro para serem cumpridas do que o próprio seguro de roubo que o transportador pode fazer. É importante que você faça esta comparação e entenda o que é melhor para você ou sua transportadora.

Essa prática entre embarcadores e transportadores é muito polêmica e em alguns casos gera até ilegalidades. Para os embarcadores, já que a seguradora emitiu uma carta DDR o transportador poderia estar livre de contratar o seguro RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga). Porém o RCTR-C é obrigatório, sendo assim o transportador não está dispensado mesmo que tenha sua carta DDR.

Na prática, muitos transportadores deixam de fazer o RCF-DC (Responsabilidade Civil Facultativa do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga) quando ele possui a carta DDR.

Roubo de Carga – Brasil entre os 10 países mais perigosos

Um novo ranking ainda não divulgado, mas em 2017, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou um estudo que coloca o Brasil na lista dos dez países com maiores incidências de roubo de carga, gerando perda de competitividade e contribuindo para negativar a imagem do país.

Roubo de Carga

No ano de 2015, 19,2 mil ocorrências foram registradas no Brasil, gerando um custo de R$ 1,21 bilhão, nos cálculos da federação. A região Sudeste é a campeã em casos, com 85,8% dos registros, totalizando 16.508, e custo superior a R$ 1 bilhão. Comparado ao levantamento realizado em 2011, o aumento das ocorrências foi de 51,8%.

Somente no estado do Rio de Janeiro, 7.225 ocorrências foram registradas em 2015 (37,5% do total) ao custo de R$ 453,5 milhões. Entre 2011 e 2015, o estado registrou um crescimento de 134,8% no número de roubos de cargas, segundo dados do ISP-RJ (Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ).

No ano passado foram registrados cerca de 24,5 mil casos, um aumento de 27,5% em relação a 2015, com prejuízo de mais de R$ 1 bilhão, conforme dados divulgados recentemente pela Associação Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística.

Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, juntos, contabilizam 80,66% das ocorrências.

A região norte aparece em último lugar nessa estatística, apesar de abrigar um grande polo industrial, como a Zona Franca de Manaus.

Foram 237 roubos em 2016, 0,96% do que foi registrado em todo o país. O prejuízo calculado é de 23 milhões de reais.

O primeiro-secretário do Sindicato das Empresas de Agenciamento, Logística e Transportes Aéreos e Rodoviários de Cargas do Estado do Amazonas, Raimundo Augusto Araújo, explica que a posição geográfica da capital amazonense dificulta os roubos no setor.

Fatores determinantes para o aumento de ocorrências:

• Número insuficiente de agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) que, no Rio de Janeiro, sofreu redução de 36% nos últimos cinco anos;

• Crescimento do crime de receptação e armazenamento de mercadorias roubadas, que ainda carece de punições e Leis mais rígidas;

• Estrutura forte e altamente atuante do crime organizado;

• Polícias (civil, militar e PRF) equipadas com materiais obsoletos

Até então, na lista dos dez países com maior índice de roubo de cargas, o Brasil ocupa a oitava posição, ao lado do Iraque.

Seguro de carga: amarração de cargas para evitar acidentes

Você sabe como funciona a lei que determina a amarração de cargas? Ela garante segurança, evita prejuízos e pode ser decisiva para o seu seguro de carga.

Garantir a segurança do frete exige muita atenção e responsabilidade. Se você é caminhoneiro ou participa ativamente do setor de transportes como dono de empresa ou é um colaborador, sabe que a amarração de cargas é essencial. No entanto, se rodarmos pelas estradas brasileiras, encontraremos muitos exemplos que representam perigo para a carga e comprometem a segurança de muitas pessoas.

Se você utiliza cordas ou conhece alguém que trabalha desta maneira, saiba que isso é expressamente proibido. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran), órgão responsável pela coordenação e regulamentação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é bastante claro em respeito a amarração correta de cargas – item que impacta, inclusive, no seu seguro de carga.

Segundo a Resolução 552, os veículos fabricados a partir do dia 1º de janeiro de 2017 devem, obrigatoriamente, seguir às novas regras estabelecidas. Em contrapartida, os caminhões que já estavam em circulação antes desta data, estarão sujeitos ao cumprimento das normas a partir de 1° de janeiro de 2018.

Você realmente sabe o que é a amarração de cargas? Ela pode impactar no seu seguro de carga.

“Meu amigo, trabalho há muitos anos com cargas. É claro que eu sei o que é!”. É mesmo? Entender o que significa amarrar a carga pode soar como óbvio, contudo, proteger o que se leva em cima do caminhão é muito mais sério.

O principal objetivo da amarração de cargas é minimizar as situações que representem perigo nas estradas. São atitudes que são tomadas para que o transporte da carga ocorra com chances quase nulas de desprendimento ou deslocamento, além de dificultar consideravelmente os riscos de tombamento. Fique atento a este aspecto para o sucesso do seu seguro de carga.

Siga as regras

A utilização de cordas está proibida! Isso mesmo, se você insiste em ter a sua carga amarrada por cordas, além de promover um risco maior de acidentes, estará sujeito a sofrer as penalidades. E as penalidades, todos nós sabemos que pode doer muito no bolso e na consciência.

Mesmo que a utilização de cordas tenha sido muito comum no passado, elas nunca representaram uma segurança adequada. Sabe por quê? Não precisa de muito para entender que as cordas podem ser facilmente arrebentadas ou esticarem demais. O tempo de uso e as condições climáticas podem danificá-las com facilidade.

Detalhe: As cordas são permitidas apenas para fixar a lona de cobertura, quando for exigida.

Outro ponto importante é que a nova resolução determina que não é permitido utilizar dispositivos de amarração nos pontos feitos de madeira. Tentar usá-los em pontos de metal que estejam presos a elementos de madeira na carroceria também está fora de cogitação.

Mas quais materiais posso usar?

É importante lembrar que os materiais utilizados para amarração de cargas devem suportar, no mínimo, duas vezes o peso total da carga. Correntes, cabos de aço e cintas de tecido altamente resistentes são as melhores opções, pois revelam muita força diante da tração de ruptura. Elementos como redes, calços, trilhos, mantas de atrito e bloqueadores, podem ser usados como apoio adicional.

Para os casos de veículos do tipo prancha, utilizados principalmente para o transporte de cargas indivisíveis (ex: equipamentos e máquinas), foi estipulado que as cargas devem apresentar, pelo menos, quatro pontos muito bem definidos para a amarração. O material pode ser uma cinta de tecido resistente, correntes ou cabo de aço. Uma combinação entre esses elementos também torna a amarração mais segura.

Lembrete: Nos casos de transporte de carga seca, passe os elementos que serão utilizados para amarração pela parte externa da carroceria. Essa é uma determinação da Resolução e que vai garantir mais segurança.

Não tem desculpas!

Falar que você não sabia da nova Resolução não vai te livrar das consequências de não ter efetuado a amarração de cargas da forma correta. O Contran divulgou as normas ainda em setembro de 2016, ou seja, mais de um ano para todos estarem por dentro do assunto – principalmente, se você é do ramo.

Entretanto, se mesmo assim, por algum motivo particular você não estava atento às novas regras, esperamos que siga o que apresentamos nesse texto. Além de garantir o dinheiro no bolso pelo transporte correto da carga, a segurança de todos nós estará muito melhor. Pode acreditar!

Lembrete extra I: As novas carrocerias de madeira devem ser construídas com madeiras de alta densidade e resistência. Seus fixadores metálicos em formato de “U” terão que resistir às forças necessárias.

Lembrete extra II: O sucesso do seu seguro de carga depende de diversos fatores de segurança e a amarração correta da carga está na lista destes itens. Fique atento!

Nosso blog post foi útil para você? Deixe seu comentário ou dúvidas. Nós faremos o possível para lhe repassar a informação mais qualificada.

Fonte da noticia: Marisa Dilda

 

Norma de transporte por aplicativo começa valer a partir de hoje em SP

As novas regras de transporte de passageiro por aplicativo começam a valer a partir desta quarta-feira (10) na cidade de São Paulo. Entre as exigências, o motorista precisará ter o Cadastro Municipal de Condutores (Conduapp), o Certificado de Segurança do Veículo de Aplicativo (CSVAPP) e a contratação de seguro que cubra acidentes no valor de R$ 50 mil por passageiro. Além disso, o carro utilizado deve ser emplacado em São Paulo e ter, no máximo, cinco anos de fabricação. As empresas do setor reclamam das mudanças.

A prefeitura destaca que as regras entram em vigor após o período de seis meses para adequação dos motoristas e das empresas às normas. As primeiras duas semanas de vigência da regulamentação será de orientação e, após 15 dias, terá início a fiscalização.

O objetivo, segundo o governo municipal, é aumentar a segurança dos clientes e motoristas. Os condutores também terão que passar por um curso de qualificação e direção defensiva e o carro deverá ter uma identificação da empresa afixada de forma visível ao passageiro.

Com o início da fiscalização, motoristas flagrados em descumprimento podem ter o veículo apreendido pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP). As empresas, por sua vez, estão sujeitas a multas, suspensão e até mesmo descredenciamento permanente do serviço.

Empresas

As empresas do setor reclamam que há muita burocracia para habilitar o serviço e que falta orientação. Um dos pontos mais criticados é a exigência de que o carro seja emplacado na cidade de São Paulo, pois impede que veículos alugados ou mesmo da região metropolitana atuem na capital. Além disso, criticam o que consideram uma carga horária excessiva do curso de capacitação de 16 horas. Eles pedem que esses e outros pontos sejam melhor discutidos.

A Cabify, empresa que explora o serviço, concorda com a necessidade de regulamentação, mas diz que consultou a prefeitura sobre diversos pontos da resolução e não obteve resposta aos questionamentos. Ela quer saber, por exemplo, como o governo municipal fará a divisão da responsabilidade das empresas em relação aos motoristas que são cadastrados em mais de uma plataforma “para evitar duplicidade de pagamento de guias do Conduapp.

A Uber reclama da idade limite do veículo, e alega que o limite de cinco anos de fabricação prejudica especialmente moradores da periferia. “Enquanto a grande maioria dos carros que circulam no centro expandido é mais nova, nas zonas periféricas da cidade é comum encontrar carros fabricados em 2009”, explica.

Segundo a empresa, um terço dos motoristas atualmente cadastrados no aplicativo terão problemas para continuar trabalhando. A Uber estima o público atendido em 5 milhões de usuários.

A 99 Táxis não se posicionou sobre a resolução, mas informou que “conecta mais de 300 mil motoristas a 14 milhões de passageiros em mais de 400 cidades no Brasil”.

Prefeitura

A Secretaria de Mobilidade e Transporte informou que fez mais de 20 reuniões com as empresas  durante o processo de ajustamento da regulamentação da lei. Destacou ainda que o Comitê Municipal de Uso do Viário, órgão de regulamentação, e o Departamento de Transportes Públicos estão disponíveis para novos questionamentos. Sobre a proibição de trabalho de veículos de fora da capital, a prefeitura informou que é uma regra estabelecida para o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Fonte: Jornal do Brasil

 

PENSE COLETIVO! Consciência no Trânsito!

O final do ano chegou e neste período de férias as principais estradas do país se tornam mais movimentadas. Sendo assim, convidamos a todos que forem curtir este momento que pensem coletivo para uma viagem segura.

viagem-segura

Crédito: Freepik

Simples atitudes podem ajudar a diminuir o risco de acidentes:

– Não jogue lixo nas ruas. Além de ser infração de trânsito, sujeita a multa e a quatro pontos na carteira, jogar lixo nas ruas pode causar acidentes.

– Sinalizar com antecedências qualquer tipo de manobras diminui muito o risco de acidentes;

– Evite buzinar (buzinar pode aumentar o stress dos motoristas aumentando o risco de acidentes)

– Verifique frequentemente se os retrovisores estão posicionados corretamente. Ângulos maiores contribuem com a redução dos pontos cegos;

– Procure não utilizar os freios nas curvas. Dê preferência à redução das marchas ou utilize o freio motor;

– Mantenha a distância segura entre veículos, em vias de alta velocidade;

– Evite falar ou digitar no celular quando estiver dirigindo. Essas atitudes reduzem a atenção e a capacidade de tomar decisões rápidas.

– Preste atenção como a carga está distribuída no seu caminhão. A carga mal distribuída pode aumentar a instabilidade veículo aumentando assim o risco de capotamentos nas curvas;

Motorista, adote a direção defensiva para garantir a segurança de todos.

 

Você sabe qual é a diferença entre Seguro de Animais e Seguro Pecuário?

O Seguro Pecuário, definido como modalidade de Seguro Rural, tem por objetivo garantir o pagamento de indenização, em caso de morte de animal destinado, exclusivamente, ao consumo, produção, cria, recria, engorda ou trabalho por tração.

Pecuária (Google Imagens)

Os animais destinados à reprodução por monta natural, coleta de sêmen ou transferência de embriões, cuja finalidade seja, exclusivamente, o incremento e/ou melhoria de plantéis daqueles animais mencionados no parágrafo anterior, estão também enquadrados na modalidade de seguro pecuário.

O Seguro de Animais tem por objetivo garantir o pagamento de indenização, em caso de morte de animais classificados como de elite ou domésticos e não está enquadrado como Seguro Rural.

Entendem-se como animais de elite os destinados ao lazer ou à participação em torneios/provas esportivas, bem como aqueles utilizados, exclusivamente, na coleta de sêmen e transferência de embriões para fins distintos dos estabelecidos para o Seguro Pecuário.

Entendem-se como animais domésticos aqueles adaptados ao convívio familiar e destinados, exclusivamente, à companhia de pessoas ou guarda residencial.

Vale lembrar que, por estar enquadrado como uma modalidade de seguro rural, o Seguro Pecuário goza de isenção tributária irrestrita de quaisquer impostos ou tributos federais, nos termos do art. 19 do Decreto-Lei 73/66, o que não ocorre com o Seguro de Animais.

O Seguro de Animais não está enquadrado como uma modalidade de Seguro Rural.

Fonte: Susep

 

Página 1 de 4

Bernard & Bernard Seguros