Categoria: Mercado de Seguros

Mulheres pagam até 41% a menos no seguro, revela pesquisa

Seguro automotivo custa, em média, 28% a menos para o público feminino

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em abril, de acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

O Relatório Bidu, como é chamado, analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez.

No comparativo entre todas as cidades e modelos do estudo, o perfil feminino apresenta a menor média de preço do seguro, representando uma economia de quase 30% para as mulheres. No Rio de Janeiro, por exemplo, o preço médio do seguro para o perfil feminino chega a ser 41% mais barato em comparação ao perfil masculino para os modelos analisados.

Essa tendência é nitidamente observada no caso do Toyota Corolla, que é, inclusive, o seguro com preço médio mais elevado entre os carros mais vendidos de abril: R$ 5.571 para o perfil masculino e R$ 3.498 para o feminino, ou seja, o valor do seguro desse veículo é 37% mais barato se for contratado por uma mulher. Na outra ponta, o Renault Kwid tem o preço médio mais em conta: R$ 2.033 para os homens e R$ 1.446 para as mulheres.

Modelo mais vendido

Dados da Fenabrave indicam que em abril foram emplacados 178.699 automóveis – um aumento de 3,46% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 172.725 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 16.617 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$ 3.488 para o perfil masculino e R$ 2.519 para o feminino.

Em abril, o Renault Sandero aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 7º lugar, com 5.814 unidades vendidas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$ 2.923 para o perfil masculino e R$ 1.871 para o feminino.

O melhor custo-benefício

Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício é justamente o estreante da lista, o Sandero, com o preço médio do seguro representando 5,3% do valor do carro (segundo a tabela FIPE) para o perfil masculino e 3,4% para o feminino. Outro veículo que apresentou uma boa relação custo-benefício, apesar de ter o seguro mais caro entre os modelos analisados, foi o Corolla, com price ratio de 6,3% e 3,9%, respectivamente.

Na contramão desses modelos está o HB20, da Hyundai, que tem o preço relativo do seguro menos interessante para os dois perfis (price ratio de 8,9% para o perfil masculino e 6,6% para o feminino). Em seguida, está o Volkswagen Gol, com price ratio de 8,5% e 6,2%.

Variação entre as cidades

Na análise entre as cidades, São Paulo apresenta, pela primeira vez no ano, o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$2.507 para o perfil masculino e R$ 2.104 para o feminino), seguido por Brasília (R$ 2.871 e R$ 2.123). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, apesar de ter tido redução no preço em relação ao mês anterior (R$ 4.633 e R$ 2.738, em média).

Fonte: Autoo

 

Incêndios em navios de cargas reforçam a importância do seguro de Transporte Internacional

O transporte de cargas internacional, principalmente o marítimo, é passível de uma série de sinistros por conta da sua natureza, mas nenhum deles é tão delicado quanto um incêndio a bordo. Se a tripulação não conseguir controlar o fogo, ele pode se espalhar comprometendo não apenas toda a carga, mas a própria estrutura do navio. Dependendo da sua localização no globo, a embarcação pode ficar à deriva e vários dias sem ajuda externa.

Para evitar situações críticas como essa, pode ser declarada “Avaria Grossa” (General Average), ou seja, a liberação de qualquer procedimento necessário para evitar um mal maior e garantir o salvamento do navio e da sua carga.

A questão é que, quando isso acontece, as despesas e danos derivados dos procedimentos de salvamento serão rateados proporcionalmente entre o armador e proprietários das cargas. De maneira geral, é cobrado de 2% a 7% da soma do custo da mercadoria e frete dos envolvidos, valores que são cobertos pelo seguro de transporte internacional.

Porém, os importadores que não tiverem seguro serão obrigados a depositar na conta do armador o valor definido de sua participação na avaria, ou não receberão suas cargas. São por situações como essa que orientamos aos importadores que jamais realizem suas operações sem a contratação de um seguro de transporte internacional, pois correm risco de sofrerem um enorme prejuízo financeiro, mesmo que sua carga não sofra dano algum.

A prova mais recente que esses acontecimentos são mais comuns do que parece, aconteceu semana passada. Uma explosão seguida de incêndio em um dos maiores e mais modernos navios de cargas do mundo, o Maersk Honam, interrompeu o trajeto da embarcação, que seguia de Singapura para Suez, pelo mar da Arábia.

Em 2015, outro acidente envolvendo navio de cargas chamou a atenção do mundo. O Maersk Londrina, um porta-containers que fazia a linha regular entre portos asiáticos e brasileiros, sofreu explosão seguida de incêndio em um dos seus porões. A embarcação teve 15 contêineres destruídos pelo fogo e outros 332 avariados.

Naquela ocasião, os armadores proprietários do navio declararam Avaria Grossa, fazendo com que as despesas extraordinárias de todos os procedimentos para o salvamento fossem divididas proporcionalmente entre eles e os proprietários das cargas.

Vale lembrar que o seguro oferece ainda diversas coberturas adicionais para eventos extraordinários, como guerra e greves. Dependendo da apólice, as seguradoras ficam responsáveis também após o desembarque e no percurso complementar até o destino final.

Fonte: segs

Setor de seguros indenizou 300 mil celulares roubados em 2017

O programa “Fantástico”, da Rede Globo, divulgou no domingo passado (28), uma ampla reportagem sobre roubos e furtos de celulares. A matéria também mostrou a rede de apoio aos criminosos para o desbloqueio dos aparelho e troca do IMEI, processos, aparentemente, muito fáceis. Por meio de um aplicativo secreto, os repórteres conseguiram seguir remotamente um aparelho roubado, identificando todas as fases do crime.

Assista à reportagem: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2018/01/apos-seguir-celulares-saiba-como-bandidos-fazem-para-vende-los.html

Devido ao aumento do número de roubos, a procura pelo seguro de celulares aumentou 70%, de 2017 até agora, informou a reportagem. Ao todo, foram 300 mil celulares indenizados somente no ano passado, no Brasil.

Para combater o crime, as operadoras e a Agência Nacional de Telecomunicações dizem que vão tirar da rede todos os celulares piratas ou com IMEI adulterado, o que deve acontecer, segundo a reportagem, em maio.

Fonte: CNseg e Assessoria de Comunicação do SINCOR-GO

 

O que é uma Apólice?

Quando se fala em contratação de seguros, imediatamente, o termo apólice entra nas tratativas. A apólice é o documento básico de um contrato de seguro, que se constitui em três modalidades: apólice avulsa, apólice de averbação e apólice anual com prêmio fracionado.

 

Mas o que significa cada uma destas modalidades de apólices no âmbito de seguros de transportes de carga?

Apólice Avulsa

A contratação de uma apólice avulsa é indicada para empresas que não realizam embarques frequentes. Neste caso, para cada embarque se emite uma apólice contemplando condições detalhadas e específicas do processo logístico em questão, como o tipo de modal, carga, valor, local de embarque e destino, limite de garantia, entre outras.

Apólice de averbação

A apólice de averbação, também conhecida apólice ajustável, é uma modalidade indicada para empresas que realizam embarques com frequência, com o valor do prêmio pré-definido ou ajustável. Normalmente este tipo de apólice tem vigência anual e tem o prêmio inicial e o valor segurado calculados de acordo com uma estimativa anual de embarques, com ajustes aplicados geralmente de três em três meses conforme os embarques efetivados, com informação fornecida mês a mês pelo segurado.
Apólice de Averbação

A apólice de averbação é constituída por um documento no qual o embarcador informa à seguradora sobre a realização dos embarques, nos casos de apólices abertas. Existem dois tipos de apólices por averbação: simples e simplificada.

No caso de averbação simples o segurado fornece à seguradora o documento previamente ao embarque. Este modelo é indicado para segurados com pouca frequência de embarques.

A averbação simplificada é indicada para segurados com alta frequência de embarques. Neste caso, o documento deve ser entregue à seguradora com compromisso mensal, após a realização dos embarques. Para seguros de cargas internacionais podem ser adotadas averbações provisórias, definitivas ou únicas, sendo que se diferenciam em caso de importação e exportação.

Manifesto de Carga Eletrônico aquece demanda do seguro para transporte

Regra entrou em vigor ontem (02/10) para facilitar a fiscalização nos postos.

Desde ontem, dia 2 de outubro, o mercado brasileiro de transporte passou a ter um controle ainda mais rígido sobre a documentação envolvendo a movimentação de mercadorias.

Nessa data, entrou em vigor o novo Manifesto de Carga Eletrônico 3.0 (MDF-e), um documento fiscal e jurídico autorizado pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP), que vai reunir em um único documento informações sobre o transporte contidas nos documentos de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).

Para Ricardo Guirao, diretor de Transporte da consultoria e corretora de seguros Aon Brasil, o documento requer uma atenção especial, pois condiciona uma série de informações aos transportadores e embarcadores. “No aspecto do seguro, é necessário declarar o nome da seguradora, CNPJ, número da apólice e o número da averbação da carga”, esclarece.

Ainda de acordo com o executivo, o processo de emissão de apólice de seguros pode ser demorado. Nestes casos, orientamos nossos clientes transportadores a declarar no MDF-e o número da proposta da companhia de seguro, até que a apólice esteja efetivamente emitida.

“Hoje, 90% das apólices da Aon são emitidas eletronicamente”, diz Guirao. “Além de toda a consultoria e corretagem que já prestamos ao mercado de transporte, temos um importante parceiro, a AT&M, líder no setor, para ajudar nossos clientes a se adequarem às novas regras. Dessa maneira, vamos disponibilizar quase que instantaneamente o número da averbação online para transportadoras e embarcadores declararem no MDF-e 3.0”, explica.

O executivo complementa dizendo que o documento vai facilitar a fiscalização, pois consolida as principais informações em um único lugar. “O documento diminui consideravelmente o tempo de parada nos postos fiscais, porque vai passar a direcionar o que precisa ser verificado. Além disso, por ser totalmente digital, a emissão é facilitada”, afirma.

Para o transportador, o documento será obrigatório nos transportes de cargas de terceiros e em viagens interestaduais, onde a emissão deve ser realizada antes do início da viagem. ”Para o embarcador que transporta em veículo próprio, ou contrate embarques autônomos, também será preciso realizar a emissão do MDF-e 3.0”, aponta o executivo da Aon.

Além disso, a certificação do documento continuará sendo realizada da mesma maneira. “As etapas permanecem iguais. Então, continua sendo necessário que o transportador realize a certificação antes do início de toda a viagem, tomando como base o passo a passo da emissão do documento de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)”, comenta Guirao. As apólices de Responsabilidade Civil para Transporte, negociadas por meio de estipulação, também seguem o mesmo conceito.

Fonte Revista Cobertura

Seguro de Cargas além da obrigatoriedade

Entrevista com Elton Bernard, presidente da Bernard & Bernard Corretora de Seguros.

Por Lizi Ricco*

O seguro para transporte de cargas é obrigatório. No entanto, diante do cenário que vivemos no Brasil passa a ser imprescindível, não apenas para cumprimento da lei, mas para assegurar a tranquilidade e proteção às transportadoras e proprietários de cargas, diante dos riscos a que estão vulneráveis no processo logístico. Nesta breve entrevista, o presidente da Bernard & Bernard Corretora de Seguros, Elton Bernard, explica de maneira geral o que contempla o seguro de cargas, como se dá a contratação e comenta sobre a atual fase econômica que reflete diretamente no segmento securitário.

Confira a entrevista:

Quem é responsável pela contratação do seguro de cargas, o transportador ou o dono da mercadoria?

A empresa transportadora tem obrigatoriedade legal sobre a contratação de seguro para  carga transportada.

Quais são as coberturas obrigatórias?

A apólice obrigatória é chamada de RESPONSABILIDADE CIVIL TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO DE CARGAS, o que é correspondida pela sigla RCTR-C. Em relação à cobertura de roubo pode ser negociada junto ao embarcador uma condição específica para cada caso. A lei irá mudar e a responsabilidade ficará 100% para transportador.

 Existem diferentes tipos apólices no mercado. Quais são elas e o que contemplam? 

Temos as seguintes apólices: Seguro de Acidentes, a chamada RCTR-C, Seguro de Roubo, chamada RESPONSABILIDADE CIVIL FACULTATIVA DESVIO DE CARGAS, correspondida pela sigla RCF-DC; e Seguro Transporte Nacional ou Avarias – este seguro é raramente contratado junto às apólices de seguros de cargas, a maior parte dos transportadores não contrata por economia, mas é bastante importante na operação do transportes, pois da cobertura a pequenos eventos, avarias, má estiva, mal acondicionamento, molhadura, carga e descarga, entre outros.

O que é a Carta DDR? É obrigatória?

A Carta de DDR é a dispensa de direito de regresso do seguro do dono da mercadoria (Indústria, embarcador) fornecida ao transportador, pela seguradora do proprietário da carga. Somente aceita em caso da cobertura de roubo, pois no caso de acidentes a responsabilidade é integral do transportador.

O que deve ser levado em conta na hora de contratar um seguro de cargas?

Primeiramente contratar uma corretora séria, com experiência neste tipo de seguro, pois na hora dos problemas e sinistros a maioria das corretoras não sabe o que fazer.  A B&B é a corretora mais especializada neste segmento, criamos o conceito de Carga 100% Segura e isso estamos difundindo junto às seguradoras parceiras, mostrando a forma correta de fazer e atender este mercado, mas ainda precisamos fazer muito, pois o Brasil é diferente do resto do mundo na cultura do seguro.

Há quanto tempo a B&B atua no mercado de seguro de cargas?

Temos uma expertise familiar, na qual consta uma história de 50 anos neste segmento. Fomos uma das primeiras corretoras atuar neste segmento no Brasil.

Quais são os diferenciais da empresa?

Como citei anteriormente, a maior diferença é a expertise, o conhecimento que possuímos, legado familiar, que faz nossos clientes terem uma tranquilidade maior em contratar este seguro. A única corretora que pode trazer a cobertura mais ampla às suas cargas, com o selo Carga 100% Segura.

Como você vê o mercado de seguros para cargas hoje, dentro do contexto em que se apresenta o país política e economicamente?

O país atravessa a pior fase financeira de sua história. O mercado de seguros, através de suas seguradoras, está restringindo ao máximo suas apólices e seguros, e desta forma cada dia que passa acaba ficando tudo pior, uma bola de neve autodestruidora. Quanto menos  seguros elas fazem, menos arrecadam, e mais sinistros acontecem, o que é um tiro no pé. O mercado tem que atender 100% da demanda, fiscalizar, atender bem as empresas e consequentemente gerar maior credibilidade e confiança, desta forma as coisas começam a funcionar mais positivamente e todos ganham.

Quais são os tipos de seguros mais procurados pelos proprietários de bens hoje?  

A falta de credibilidade instaurada no país em relação ao mercado segurador, faz com que as pessoas façam apenas  aqueles seguros que são extremamente obrigadas a fazerem, acham caro e não acreditam que irão ser bem atendidas quando precisarem de cobertura em suas apólices. Já encontramos muitas pessoas e empresas dizendo que vão bancar seus riscos por não concordarem com altos preços e falta de seriedade de algumas seguradoras na hora dos sinistros.

*Lizi Ricco - Jornalista, assessora de imprensa e editora-chefe da Revista Eléve. Sócia-Diretora na Lzf Conteúdo e Design.

 

Construtora poderá ser obrigada a contratar seguro para dano estrutural

Os construtores ou incorporadores imobiliários poderão ser obrigados a contratar seguro para cobrir prejuízos causados por falhas estruturais nos imóveis construídos. É o que determina o Projeto de Lei 6893/17, da deputada Zenaide Maia (PR-RN), em tramitação na Câmara dos Deputados.

O seguro vai cobrir os danos materiais que tenham origem ou afetem a cimentação, os suportes, as vigas e outras estruturas que comprometam a resistência mecânica, a solidez, a segurança e a estabilidade da construção. A apólice poderá ser substituída por fiança bancária, desde que em condições idênticas.

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