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Roubo de Carga – Brasil entre os 10 países mais perigosos

Um novo ranking ainda não divulgado, mas em 2017, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou um estudo que coloca o Brasil na lista dos dez países com maiores incidências de roubo de carga, gerando perda de competitividade e contribuindo para negativar a imagem do país.

Roubo de Carga

No ano de 2015, 19,2 mil ocorrências foram registradas no Brasil, gerando um custo de R$ 1,21 bilhão, nos cálculos da federação. A região Sudeste é a campeã em casos, com 85,8% dos registros, totalizando 16.508, e custo superior a R$ 1 bilhão. Comparado ao levantamento realizado em 2011, o aumento das ocorrências foi de 51,8%.

Somente no estado do Rio de Janeiro, 7.225 ocorrências foram registradas em 2015 (37,5% do total) ao custo de R$ 453,5 milhões. Entre 2011 e 2015, o estado registrou um crescimento de 134,8% no número de roubos de cargas, segundo dados do ISP-RJ (Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ).

No ano passado foram registrados cerca de 24,5 mil casos, um aumento de 27,5% em relação a 2015, com prejuízo de mais de R$ 1 bilhão, conforme dados divulgados recentemente pela Associação Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística.

Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, juntos, contabilizam 80,66% das ocorrências.

A região norte aparece em último lugar nessa estatística, apesar de abrigar um grande polo industrial, como a Zona Franca de Manaus.

Foram 237 roubos em 2016, 0,96% do que foi registrado em todo o país. O prejuízo calculado é de 23 milhões de reais.

O primeiro-secretário do Sindicato das Empresas de Agenciamento, Logística e Transportes Aéreos e Rodoviários de Cargas do Estado do Amazonas, Raimundo Augusto Araújo, explica que a posição geográfica da capital amazonense dificulta os roubos no setor.

Fatores determinantes para o aumento de ocorrências:

• Número insuficiente de agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) que, no Rio de Janeiro, sofreu redução de 36% nos últimos cinco anos;

• Crescimento do crime de receptação e armazenamento de mercadorias roubadas, que ainda carece de punições e Leis mais rígidas;

• Estrutura forte e altamente atuante do crime organizado;

• Polícias (civil, militar e PRF) equipadas com materiais obsoletos

Até então, na lista dos dez países com maior índice de roubo de cargas, o Brasil ocupa a oitava posição, ao lado do Iraque.

Seguro de carga: amarração de cargas para evitar acidentes

Você sabe como funciona a lei que determina a amarração de cargas? Ela garante segurança, evita prejuízos e pode ser decisiva para o seu seguro de carga.

Garantir a segurança do frete exige muita atenção e responsabilidade. Se você é caminhoneiro ou participa ativamente do setor de transportes como dono de empresa ou é um colaborador, sabe que a amarração de cargas é essencial. No entanto, se rodarmos pelas estradas brasileiras, encontraremos muitos exemplos que representam perigo para a carga e comprometem a segurança de muitas pessoas.

Se você utiliza cordas ou conhece alguém que trabalha desta maneira, saiba que isso é expressamente proibido. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran), órgão responsável pela coordenação e regulamentação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é bastante claro em respeito a amarração correta de cargas – item que impacta, inclusive, no seu seguro de carga.

Segundo a Resolução 552, os veículos fabricados a partir do dia 1º de janeiro de 2017 devem, obrigatoriamente, seguir às novas regras estabelecidas. Em contrapartida, os caminhões que já estavam em circulação antes desta data, estarão sujeitos ao cumprimento das normas a partir de 1° de janeiro de 2018.

Você realmente sabe o que é a amarração de cargas? Ela pode impactar no seu seguro de carga.

“Meu amigo, trabalho há muitos anos com cargas. É claro que eu sei o que é!”. É mesmo? Entender o que significa amarrar a carga pode soar como óbvio, contudo, proteger o que se leva em cima do caminhão é muito mais sério.

O principal objetivo da amarração de cargas é minimizar as situações que representem perigo nas estradas. São atitudes que são tomadas para que o transporte da carga ocorra com chances quase nulas de desprendimento ou deslocamento, além de dificultar consideravelmente os riscos de tombamento. Fique atento a este aspecto para o sucesso do seu seguro de carga.

Siga as regras

A utilização de cordas está proibida! Isso mesmo, se você insiste em ter a sua carga amarrada por cordas, além de promover um risco maior de acidentes, estará sujeito a sofrer as penalidades. E as penalidades, todos nós sabemos que pode doer muito no bolso e na consciência.

Mesmo que a utilização de cordas tenha sido muito comum no passado, elas nunca representaram uma segurança adequada. Sabe por quê? Não precisa de muito para entender que as cordas podem ser facilmente arrebentadas ou esticarem demais. O tempo de uso e as condições climáticas podem danificá-las com facilidade.

Detalhe: As cordas são permitidas apenas para fixar a lona de cobertura, quando for exigida.

Outro ponto importante é que a nova resolução determina que não é permitido utilizar dispositivos de amarração nos pontos feitos de madeira. Tentar usá-los em pontos de metal que estejam presos a elementos de madeira na carroceria também está fora de cogitação.

Mas quais materiais posso usar?

É importante lembrar que os materiais utilizados para amarração de cargas devem suportar, no mínimo, duas vezes o peso total da carga. Correntes, cabos de aço e cintas de tecido altamente resistentes são as melhores opções, pois revelam muita força diante da tração de ruptura. Elementos como redes, calços, trilhos, mantas de atrito e bloqueadores, podem ser usados como apoio adicional.

Para os casos de veículos do tipo prancha, utilizados principalmente para o transporte de cargas indivisíveis (ex: equipamentos e máquinas), foi estipulado que as cargas devem apresentar, pelo menos, quatro pontos muito bem definidos para a amarração. O material pode ser uma cinta de tecido resistente, correntes ou cabo de aço. Uma combinação entre esses elementos também torna a amarração mais segura.

Lembrete: Nos casos de transporte de carga seca, passe os elementos que serão utilizados para amarração pela parte externa da carroceria. Essa é uma determinação da Resolução e que vai garantir mais segurança.

Não tem desculpas!

Falar que você não sabia da nova Resolução não vai te livrar das consequências de não ter efetuado a amarração de cargas da forma correta. O Contran divulgou as normas ainda em setembro de 2016, ou seja, mais de um ano para todos estarem por dentro do assunto – principalmente, se você é do ramo.

Entretanto, se mesmo assim, por algum motivo particular você não estava atento às novas regras, esperamos que siga o que apresentamos nesse texto. Além de garantir o dinheiro no bolso pelo transporte correto da carga, a segurança de todos nós estará muito melhor. Pode acreditar!

Lembrete extra I: As novas carrocerias de madeira devem ser construídas com madeiras de alta densidade e resistência. Seus fixadores metálicos em formato de “U” terão que resistir às forças necessárias.

Lembrete extra II: O sucesso do seu seguro de carga depende de diversos fatores de segurança e a amarração correta da carga está na lista destes itens. Fique atento!

Nosso blog post foi útil para você? Deixe seu comentário ou dúvidas. Nós faremos o possível para lhe repassar a informação mais qualificada.

Fonte da noticia: Marisa Dilda

 

Norma de transporte por aplicativo começa valer a partir de hoje em SP

As novas regras de transporte de passageiro por aplicativo começam a valer a partir desta quarta-feira (10) na cidade de São Paulo. Entre as exigências, o motorista precisará ter o Cadastro Municipal de Condutores (Conduapp), o Certificado de Segurança do Veículo de Aplicativo (CSVAPP) e a contratação de seguro que cubra acidentes no valor de R$ 50 mil por passageiro. Além disso, o carro utilizado deve ser emplacado em São Paulo e ter, no máximo, cinco anos de fabricação. As empresas do setor reclamam das mudanças.

A prefeitura destaca que as regras entram em vigor após o período de seis meses para adequação dos motoristas e das empresas às normas. As primeiras duas semanas de vigência da regulamentação será de orientação e, após 15 dias, terá início a fiscalização.

O objetivo, segundo o governo municipal, é aumentar a segurança dos clientes e motoristas. Os condutores também terão que passar por um curso de qualificação e direção defensiva e o carro deverá ter uma identificação da empresa afixada de forma visível ao passageiro.

Com o início da fiscalização, motoristas flagrados em descumprimento podem ter o veículo apreendido pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP). As empresas, por sua vez, estão sujeitas a multas, suspensão e até mesmo descredenciamento permanente do serviço.

Empresas

As empresas do setor reclamam que há muita burocracia para habilitar o serviço e que falta orientação. Um dos pontos mais criticados é a exigência de que o carro seja emplacado na cidade de São Paulo, pois impede que veículos alugados ou mesmo da região metropolitana atuem na capital. Além disso, criticam o que consideram uma carga horária excessiva do curso de capacitação de 16 horas. Eles pedem que esses e outros pontos sejam melhor discutidos.

A Cabify, empresa que explora o serviço, concorda com a necessidade de regulamentação, mas diz que consultou a prefeitura sobre diversos pontos da resolução e não obteve resposta aos questionamentos. Ela quer saber, por exemplo, como o governo municipal fará a divisão da responsabilidade das empresas em relação aos motoristas que são cadastrados em mais de uma plataforma “para evitar duplicidade de pagamento de guias do Conduapp.

A Uber reclama da idade limite do veículo, e alega que o limite de cinco anos de fabricação prejudica especialmente moradores da periferia. “Enquanto a grande maioria dos carros que circulam no centro expandido é mais nova, nas zonas periféricas da cidade é comum encontrar carros fabricados em 2009”, explica.

Segundo a empresa, um terço dos motoristas atualmente cadastrados no aplicativo terão problemas para continuar trabalhando. A Uber estima o público atendido em 5 milhões de usuários.

A 99 Táxis não se posicionou sobre a resolução, mas informou que “conecta mais de 300 mil motoristas a 14 milhões de passageiros em mais de 400 cidades no Brasil”.

Prefeitura

A Secretaria de Mobilidade e Transporte informou que fez mais de 20 reuniões com as empresas  durante o processo de ajustamento da regulamentação da lei. Destacou ainda que o Comitê Municipal de Uso do Viário, órgão de regulamentação, e o Departamento de Transportes Públicos estão disponíveis para novos questionamentos. Sobre a proibição de trabalho de veículos de fora da capital, a prefeitura informou que é uma regra estabelecida para o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Fonte: Jornal do Brasil

 

PENSE COLETIVO! Consciência no Trânsito!

O final do ano chegou e neste período de férias as principais estradas do país se tornam mais movimentadas. Sendo assim, convidamos a todos que forem curtir este momento que pensem coletivo para uma viagem segura.

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Crédito: Freepik

Simples atitudes podem ajudar a diminuir o risco de acidentes:

– Não jogue lixo nas ruas. Além de ser infração de trânsito, sujeita a multa e a quatro pontos na carteira, jogar lixo nas ruas pode causar acidentes.

– Sinalizar com antecedências qualquer tipo de manobras diminui muito o risco de acidentes;

– Evite buzinar (buzinar pode aumentar o stress dos motoristas aumentando o risco de acidentes)

– Verifique frequentemente se os retrovisores estão posicionados corretamente. Ângulos maiores contribuem com a redução dos pontos cegos;

– Procure não utilizar os freios nas curvas. Dê preferência à redução das marchas ou utilize o freio motor;

– Mantenha a distância segura entre veículos, em vias de alta velocidade;

– Evite falar ou digitar no celular quando estiver dirigindo. Essas atitudes reduzem a atenção e a capacidade de tomar decisões rápidas.

– Preste atenção como a carga está distribuída no seu caminhão. A carga mal distribuída pode aumentar a instabilidade veículo aumentando assim o risco de capotamentos nas curvas;

Motorista, adote a direção defensiva para garantir a segurança de todos.

 

SUSEP estabelece novas regras para a comercialização do seguro de responsabilidade civil (RC) de hangares e operações aeroportuárias

Nova circular possibilita adoção de condições contratuais padronizadas ou não-padronizadas pelas seguradoras e atende mudanças que ocorreram em decretos e leis relacionados a seguros nos últimos anos

 

(Google imagens)

Por meio da Circular nº 559, de 27 de outubro, publicada nesta segunda-feira, 30 de outubro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) estabelece novas regras básicas para a comercialização do seguro de responsabilidade civil (RC) de hangares e operações aeroportuárias. Essa circular substitui e altera o normativo anterior, a Circular Susep nº 71 de 1977, que havia sido expedido há 40 anos já que, desde então, ocorreram importantes mudanças em decretos e leis relacionados a seguros.
Para o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, a iniciativa de elaborar um plano padronizado para o RC de hangares integra o rol de ações da autarquia pautado em modelos de supervisão e de regulação proativos. “A busca pela eficiência dos processos de supervisão e de regulação é fundamental para estimular um ambiente favorável ao desenvolvimento, acompanhando a evolução do mercado de seguros”, pontuou.
Já o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, observa que as alterações determinadas pela nova circular vinham sendo discutidas desde 2008 e, agora, estão adaptadas às normas em vigor e a regras internacionais. “Em decorrência da eliminação das disposições tarifárias, determinada pelo Decreto nº 3633/2000, e da obrigatoriedade de submissão de Notas Técnicas Atuariais (NTAs) por parte das seguradoras, houve a necessidade de uma atualização específica para o RC de hangares”, explicou.
Entre as mudanças estabelecidas pela Circular nº 559 destacam-se: a estruturação de condições contratuais que abrangem coberturas e cláusulas comumente aplicadas pelo mercado segurador; a possibilidade das sociedades seguradoras submeterem produtos próprios (planos não-padronizados) contemplando o RC de hangares, desde que sejam respeitadas as normas vigentes e demais disposições previstas na circular; a atualização de valores contratados e juros moratórios; e a alteração da cláusula de pagamento do prêmio.
A íntegra do normativo está disponível na seção ‘Atos Normativos’ do portal da Susep (http://www.susep.gov.br).

Manifesto de Carga Eletrônico aquece demanda do seguro para transporte

Regra entrou em vigor ontem (02/10) para facilitar a fiscalização nos postos.

Desde ontem, dia 2 de outubro, o mercado brasileiro de transporte passou a ter um controle ainda mais rígido sobre a documentação envolvendo a movimentação de mercadorias.

Nessa data, entrou em vigor o novo Manifesto de Carga Eletrônico 3.0 (MDF-e), um documento fiscal e jurídico autorizado pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP), que vai reunir em um único documento informações sobre o transporte contidas nos documentos de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).

Para Ricardo Guirao, diretor de Transporte da consultoria e corretora de seguros Aon Brasil, o documento requer uma atenção especial, pois condiciona uma série de informações aos transportadores e embarcadores. “No aspecto do seguro, é necessário declarar o nome da seguradora, CNPJ, número da apólice e o número da averbação da carga”, esclarece.

Ainda de acordo com o executivo, o processo de emissão de apólice de seguros pode ser demorado. Nestes casos, orientamos nossos clientes transportadores a declarar no MDF-e o número da proposta da companhia de seguro, até que a apólice esteja efetivamente emitida.

“Hoje, 90% das apólices da Aon são emitidas eletronicamente”, diz Guirao. “Além de toda a consultoria e corretagem que já prestamos ao mercado de transporte, temos um importante parceiro, a AT&M, líder no setor, para ajudar nossos clientes a se adequarem às novas regras. Dessa maneira, vamos disponibilizar quase que instantaneamente o número da averbação online para transportadoras e embarcadores declararem no MDF-e 3.0”, explica.

O executivo complementa dizendo que o documento vai facilitar a fiscalização, pois consolida as principais informações em um único lugar. “O documento diminui consideravelmente o tempo de parada nos postos fiscais, porque vai passar a direcionar o que precisa ser verificado. Além disso, por ser totalmente digital, a emissão é facilitada”, afirma.

Para o transportador, o documento será obrigatório nos transportes de cargas de terceiros e em viagens interestaduais, onde a emissão deve ser realizada antes do início da viagem. ”Para o embarcador que transporta em veículo próprio, ou contrate embarques autônomos, também será preciso realizar a emissão do MDF-e 3.0”, aponta o executivo da Aon.

Além disso, a certificação do documento continuará sendo realizada da mesma maneira. “As etapas permanecem iguais. Então, continua sendo necessário que o transportador realize a certificação antes do início de toda a viagem, tomando como base o passo a passo da emissão do documento de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)”, comenta Guirao. As apólices de Responsabilidade Civil para Transporte, negociadas por meio de estipulação, também seguem o mesmo conceito.

Fonte Revista Cobertura

Luxury Expo Punta del Este promove o mercado de bens de luxo no Uruguai

O evento reunirá, aproveitando a temporada de verão na cidade, público do mais alto poder aquisitivo

A cidade de Punta del Este, no Uruguai, irá sediar a primeira mostra de produtos de luxo, assinados pelas principais grifes do mercado de luxo do mundo, que atendem ao público AAA.

A Luxury Expo Punta del Este acontece nos dias 5 e 6 de janeiro, de 2018, no Centro de Convenções do Punta Del Este Resort, das 17h às 22h.

Cerca de 80 marcas de todo o mundo receberão 3 mil convidados de alto nível para apresentar novas experiências e lançar suas criações mais recentes. Interação cliente-marca que fará o público desfrutar e experimentar o luxo em todas as suas facetas, com jantares exclusivos, degustações variadas, entre elas de vinhos, caviar, charutos e relógios, além de test drive de carros de luxo, passeios de helicóptero sobre a cidade, desfiles de alta costura, exposição de cavalos árabes e inclusive torneios de golfe farão parte da experiência daqueles que tiverem a oportunidade de estar na lista de convidados seletos. O acesso ao evento se dá somente através de convite, então apenas quem tem o nome na lista poderá desfrutar de todo o glamour da Expo.
Estão nesta lista: consumidores de luxo, investidores, políticos, personalidades do cinema e esportes, celebridades, magnatas de negócios, empresários, médicos, banqueiros, advogados, arquitetos, líderes de opinião na indústria do luxo, empresários que desembarcarão de jatos particulares e helicópteros no aeroporto de Punta del Este e outros convidados do mais alto nível.

Cada convite será pessoal e enviado aos clientes convidados de cada marca. Serão também convidados os meios de comunicação nacionais e estrangeiros, na mesma linha de exclusividade.

O evento terá vários setores definidos, aonde a arte, decoração, joias, viagens e transporte de luxo serão importantes expoentes da Expo, apresentando os mais recentes iates, carros de luxo, motocicletas, serviços e viagens únicos e exclusivos, entre outros.
O evento já tem confirmada a participação do líder de opinião mais importante no negócio LUXURY AND PREMIUM BUSINESS na América Latina, o Sr. Carlos Ferreirinha, destacado palestrante brasileiro, especialista em luxo, que apresentará aos expositores e seus convidados o tema: New Market Dynamics, Demand new Competences. Learning from Luxury Management!.

A B&B Seguros marcará presença neste grande evento que fomenta este nicho de mercado. A empresa se destaca no setor de seguros para bens de luxo.

DHL TESTA DISTRIBUIÇÃO DE MERCADORIA ATRAVÉS DE DRONES

A DHL anunciou que incluiu, na sua cadeia de distribuição, a terceira geração do seu projeto Parcelcopter, uma fase que permite assegurar as entregas de forma automatizada através do recurso a drones.



Criado para ser usado na entrega de encomendas em destinatários localizados em regiões alpinas, o Parcelcopter 3.0 foi testado, ao longo do primeiro trimestre, na comunidade de Reit im Winkl, e onde os clientes da empresa de distribuição DHL receberam convites para o envio de encomendas até ao planalto Winklmoosalm.

Durante a fase de testes foram realizadas cerca de 130 entregas, todas elas feitas de forma automatizadas com recurso a um Packstation – Parcelcopter Skyport – um drone desenvolvido para o efeito. Para realizar este processo de entregas, os clientes apenas tinham de inserir as suas encomendas no Skyport e iniciar a transferência e entrega automatizadas através do Parcelcopter, em percursos de oito quilómetros e a uma altura de 1 200 metros acima do nível do mar.

A evolução alcançada com o Parcelcopter 3.0 permite agora lidar com condições geográficas e meteorológicas adversas, com cargas mais pesadas e distâncias mais longas. Durante a fase de testes foram entregues medicamentos urgentes e material desportivo em oito minutos, um itinerário que de carro levaria pelo menos trinta minutos. “Somos os primeiros, em todo o mundo, a oferecer um transporte através de drone – Parcelcopter DHL – com entrega ao cliente final. Com esta combinação de carga e descarga totalmente automática, com o aumento da capacidade de carga de transporte e alcance do nosso Parcelcopter, conseguimos um nível de maturidade técnica e processual que nos permite avançar numa próxima fase para testes em zonas urbanas”, afirma Jürgen Gerdes, Management Board Member do Post – eCommerce – Parcel do Grupo Deutsche Post DHL.

O sucesso do projeto reflete uma parceria de excelência com a comunidade de Reit im Winkl, com o seu parceiro R&D, Rheinisch-Westfälischen Technischen Hochschule Aachen (RWTH), e com outras entidades como o Ministério Federal dos Transportes (BMVI), que estabeleceu uma zona restrita de voo especificamente para este projeto de pesquisa, e a Autoridade de Aviação para a Região da Alta Baviera, que providenciou as autorizações necessárias de voo.

A DHL fez questão de revelar que todos os detalhes foram salvaguardados de forma a garantir a segurança e eficácia do projeto.

 

Construtora poderá ser obrigada a contratar seguro para dano estrutural

Os construtores ou incorporadores imobiliários poderão ser obrigados a contratar seguro para cobrir prejuízos causados por falhas estruturais nos imóveis construídos. É o que determina o Projeto de Lei 6893/17, da deputada Zenaide Maia (PR-RN), em tramitação na Câmara dos Deputados.

O seguro vai cobrir os danos materiais que tenham origem ou afetem a cimentação, os suportes, as vigas e outras estruturas que comprometam a resistência mecânica, a solidez, a segurança e a estabilidade da construção. A apólice poderá ser substituída por fiança bancária, desde que em condições idênticas.

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VEJA SISTEMA DA TESLA PREVER ACIDENTE SEGUNDOS ANTES DELE ACONTECER

Autopilot percebe colisão iminente entre dois carros em estrada e alerta motorista

Quando falamos em carros autônomos e um futuro não muito distante com carros inteligentes capazes de prever situações e evitar acidentes, parece até coisa de ficção científica. Mas até as coisas mais futuristas podem se tornar realidade, como o vídeo abaixo mostra. A gravação foi feita na Holanda a bordo de um Tesla Model S e mostra o instante em que o sistema de direção autônoma Autopilot avisa com um alerta sonoro que dois carros vão se envolver em um acidente. O mais impressionante é que isso acontece cerca de três segundos antes da colisão.

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Bernard & Bernard Seguros