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SUSEP estabelece novas regras para a comercialização do seguro de responsabilidade civil (RC) de hangares e operações aeroportuárias

Nova circular possibilita adoção de condições contratuais padronizadas ou não-padronizadas pelas seguradoras e atende mudanças que ocorreram em decretos e leis relacionados a seguros nos últimos anos

 

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Por meio da Circular nº 559, de 27 de outubro, publicada nesta segunda-feira, 30 de outubro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) estabelece novas regras básicas para a comercialização do seguro de responsabilidade civil (RC) de hangares e operações aeroportuárias. Essa circular substitui e altera o normativo anterior, a Circular Susep nº 71 de 1977, que havia sido expedido há 40 anos já que, desde então, ocorreram importantes mudanças em decretos e leis relacionados a seguros.
Para o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, a iniciativa de elaborar um plano padronizado para o RC de hangares integra o rol de ações da autarquia pautado em modelos de supervisão e de regulação proativos. “A busca pela eficiência dos processos de supervisão e de regulação é fundamental para estimular um ambiente favorável ao desenvolvimento, acompanhando a evolução do mercado de seguros”, pontuou.
Já o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, observa que as alterações determinadas pela nova circular vinham sendo discutidas desde 2008 e, agora, estão adaptadas às normas em vigor e a regras internacionais. “Em decorrência da eliminação das disposições tarifárias, determinada pelo Decreto nº 3633/2000, e da obrigatoriedade de submissão de Notas Técnicas Atuariais (NTAs) por parte das seguradoras, houve a necessidade de uma atualização específica para o RC de hangares”, explicou.
Entre as mudanças estabelecidas pela Circular nº 559 destacam-se: a estruturação de condições contratuais que abrangem coberturas e cláusulas comumente aplicadas pelo mercado segurador; a possibilidade das sociedades seguradoras submeterem produtos próprios (planos não-padronizados) contemplando o RC de hangares, desde que sejam respeitadas as normas vigentes e demais disposições previstas na circular; a atualização de valores contratados e juros moratórios; e a alteração da cláusula de pagamento do prêmio.
A íntegra do normativo está disponível na seção ‘Atos Normativos’ do portal da Susep (http://www.susep.gov.br).

Manifesto de Carga Eletrônico aquece demanda do seguro para transporte

Regra entrou em vigor ontem (02/10) para facilitar a fiscalização nos postos.

Desde ontem, dia 2 de outubro, o mercado brasileiro de transporte passou a ter um controle ainda mais rígido sobre a documentação envolvendo a movimentação de mercadorias.

Nessa data, entrou em vigor o novo Manifesto de Carga Eletrônico 3.0 (MDF-e), um documento fiscal e jurídico autorizado pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP), que vai reunir em um único documento informações sobre o transporte contidas nos documentos de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).

Para Ricardo Guirao, diretor de Transporte da consultoria e corretora de seguros Aon Brasil, o documento requer uma atenção especial, pois condiciona uma série de informações aos transportadores e embarcadores. “No aspecto do seguro, é necessário declarar o nome da seguradora, CNPJ, número da apólice e o número da averbação da carga”, esclarece.

Ainda de acordo com o executivo, o processo de emissão de apólice de seguros pode ser demorado. Nestes casos, orientamos nossos clientes transportadores a declarar no MDF-e o número da proposta da companhia de seguro, até que a apólice esteja efetivamente emitida.

“Hoje, 90% das apólices da Aon são emitidas eletronicamente”, diz Guirao. “Além de toda a consultoria e corretagem que já prestamos ao mercado de transporte, temos um importante parceiro, a AT&M, líder no setor, para ajudar nossos clientes a se adequarem às novas regras. Dessa maneira, vamos disponibilizar quase que instantaneamente o número da averbação online para transportadoras e embarcadores declararem no MDF-e 3.0”, explica.

O executivo complementa dizendo que o documento vai facilitar a fiscalização, pois consolida as principais informações em um único lugar. “O documento diminui consideravelmente o tempo de parada nos postos fiscais, porque vai passar a direcionar o que precisa ser verificado. Além disso, por ser totalmente digital, a emissão é facilitada”, afirma.

Para o transportador, o documento será obrigatório nos transportes de cargas de terceiros e em viagens interestaduais, onde a emissão deve ser realizada antes do início da viagem. ”Para o embarcador que transporta em veículo próprio, ou contrate embarques autônomos, também será preciso realizar a emissão do MDF-e 3.0”, aponta o executivo da Aon.

Além disso, a certificação do documento continuará sendo realizada da mesma maneira. “As etapas permanecem iguais. Então, continua sendo necessário que o transportador realize a certificação antes do início de toda a viagem, tomando como base o passo a passo da emissão do documento de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)”, comenta Guirao. As apólices de Responsabilidade Civil para Transporte, negociadas por meio de estipulação, também seguem o mesmo conceito.

Fonte Revista Cobertura

Luxury Expo Punta del Este promove o mercado de bens de luxo no Uruguai

O evento reunirá, aproveitando a temporada de verão na cidade, público do mais alto poder aquisitivo

A cidade de Punta del Este, no Uruguai, irá sediar a primeira mostra de produtos de luxo, assinados pelas principais grifes do mercado de luxo do mundo, que atendem ao público AAA.

A Luxury Expo Punta del Este acontece nos dias 5 e 6 de janeiro, de 2018, no Centro de Convenções do Punta Del Este Resort, das 17h às 22h.

Cerca de 80 marcas de todo o mundo receberão 3 mil convidados de alto nível para apresentar novas experiências e lançar suas criações mais recentes. Interação cliente-marca que fará o público desfrutar e experimentar o luxo em todas as suas facetas, com jantares exclusivos, degustações variadas, entre elas de vinhos, caviar, charutos e relógios, além de test drive de carros de luxo, passeios de helicóptero sobre a cidade, desfiles de alta costura, exposição de cavalos árabes e inclusive torneios de golfe farão parte da experiência daqueles que tiverem a oportunidade de estar na lista de convidados seletos. O acesso ao evento se dá somente através de convite, então apenas quem tem o nome na lista poderá desfrutar de todo o glamour da Expo.
Estão nesta lista: consumidores de luxo, investidores, políticos, personalidades do cinema e esportes, celebridades, magnatas de negócios, empresários, médicos, banqueiros, advogados, arquitetos, líderes de opinião na indústria do luxo, empresários que desembarcarão de jatos particulares e helicópteros no aeroporto de Punta del Este e outros convidados do mais alto nível.

Cada convite será pessoal e enviado aos clientes convidados de cada marca. Serão também convidados os meios de comunicação nacionais e estrangeiros, na mesma linha de exclusividade.

O evento terá vários setores definidos, aonde a arte, decoração, joias, viagens e transporte de luxo serão importantes expoentes da Expo, apresentando os mais recentes iates, carros de luxo, motocicletas, serviços e viagens únicos e exclusivos, entre outros.
O evento já tem confirmada a participação do líder de opinião mais importante no negócio LUXURY AND PREMIUM BUSINESS na América Latina, o Sr. Carlos Ferreirinha, destacado palestrante brasileiro, especialista em luxo, que apresentará aos expositores e seus convidados o tema: New Market Dynamics, Demand new Competences. Learning from Luxury Management!.

A B&B Seguros marcará presença neste grande evento que fomenta este nicho de mercado. A empresa se destaca no setor de seguros para bens de luxo.

DHL TESTA DISTRIBUIÇÃO DE MERCADORIA ATRAVÉS DE DRONES

A DHL anunciou que incluiu, na sua cadeia de distribuição, a terceira geração do seu projeto Parcelcopter, uma fase que permite assegurar as entregas de forma automatizada através do recurso a drones.



Criado para ser usado na entrega de encomendas em destinatários localizados em regiões alpinas, o Parcelcopter 3.0 foi testado, ao longo do primeiro trimestre, na comunidade de Reit im Winkl, e onde os clientes da empresa de distribuição DHL receberam convites para o envio de encomendas até ao planalto Winklmoosalm.

Durante a fase de testes foram realizadas cerca de 130 entregas, todas elas feitas de forma automatizadas com recurso a um Packstation – Parcelcopter Skyport – um drone desenvolvido para o efeito. Para realizar este processo de entregas, os clientes apenas tinham de inserir as suas encomendas no Skyport e iniciar a transferência e entrega automatizadas através do Parcelcopter, em percursos de oito quilómetros e a uma altura de 1 200 metros acima do nível do mar.

A evolução alcançada com o Parcelcopter 3.0 permite agora lidar com condições geográficas e meteorológicas adversas, com cargas mais pesadas e distâncias mais longas. Durante a fase de testes foram entregues medicamentos urgentes e material desportivo em oito minutos, um itinerário que de carro levaria pelo menos trinta minutos. “Somos os primeiros, em todo o mundo, a oferecer um transporte através de drone – Parcelcopter DHL – com entrega ao cliente final. Com esta combinação de carga e descarga totalmente automática, com o aumento da capacidade de carga de transporte e alcance do nosso Parcelcopter, conseguimos um nível de maturidade técnica e processual que nos permite avançar numa próxima fase para testes em zonas urbanas”, afirma Jürgen Gerdes, Management Board Member do Post – eCommerce – Parcel do Grupo Deutsche Post DHL.

O sucesso do projeto reflete uma parceria de excelência com a comunidade de Reit im Winkl, com o seu parceiro R&D, Rheinisch-Westfälischen Technischen Hochschule Aachen (RWTH), e com outras entidades como o Ministério Federal dos Transportes (BMVI), que estabeleceu uma zona restrita de voo especificamente para este projeto de pesquisa, e a Autoridade de Aviação para a Região da Alta Baviera, que providenciou as autorizações necessárias de voo.

A DHL fez questão de revelar que todos os detalhes foram salvaguardados de forma a garantir a segurança e eficácia do projeto.

 

Construtora poderá ser obrigada a contratar seguro para dano estrutural

Os construtores ou incorporadores imobiliários poderão ser obrigados a contratar seguro para cobrir prejuízos causados por falhas estruturais nos imóveis construídos. É o que determina o Projeto de Lei 6893/17, da deputada Zenaide Maia (PR-RN), em tramitação na Câmara dos Deputados.

O seguro vai cobrir os danos materiais que tenham origem ou afetem a cimentação, os suportes, as vigas e outras estruturas que comprometam a resistência mecânica, a solidez, a segurança e a estabilidade da construção. A apólice poderá ser substituída por fiança bancária, desde que em condições idênticas.

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VEJA SISTEMA DA TESLA PREVER ACIDENTE SEGUNDOS ANTES DELE ACONTECER

Autopilot percebe colisão iminente entre dois carros em estrada e alerta motorista

Quando falamos em carros autônomos e um futuro não muito distante com carros inteligentes capazes de prever situações e evitar acidentes, parece até coisa de ficção científica. Mas até as coisas mais futuristas podem se tornar realidade, como o vídeo abaixo mostra. A gravação foi feita na Holanda a bordo de um Tesla Model S e mostra o instante em que o sistema de direção autônoma Autopilot avisa com um alerta sonoro que dois carros vão se envolver em um acidente. O mais impressionante é que isso acontece cerca de três segundos antes da colisão.

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Empresa bate recorde ao transportar 55 mil toneladas de soja até o Uruguai por hidrovia

Ao todo, 32 barcaças de 66 metros de largura e 420 metros de comprimento percorreram mais de 1.400 km

Fonte: Redação Globo Rural

Em maio, a Hidrovias do Brasil, empresa de logística integrada com foco no aproveitamento do transporte hidroviário na América Latina, bateu recorde ao transportar 55 mil toneladas de soja do Paraguai ao Uruguai. A carga percorreu um trajeto de 1.490 quilômetros de hidrovias, onde há restrições quanto ao número de embarcações permitidas para navegação, devido à profundidade fluvial.

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(Foto: Divulgação/Hidrovias Brasil)

A empresa desenvolveu uma estratégia para transportar a carga completa de forma mais eficiente e com redução de custos, com 32 barcaças de 66 metros de largura e 420 metros de comprimento, acopladas simultaneamente.

O processo logístico teve início com o carregamento de 20 barcaças na Zona de Asunción, Paraguai, e, em seguida, foram acopladas a essas barcaças mais 12 que estavam em confluência (junção dos rios Paraguai e Paraná). Assim, seguiram até San Lorenzo, Argentina, onde foi necessário dividir o comboio em 16 e 16 (limite permitido neste trecho), até chegar ao destino final, Nueva Palmira, Uruguai.

Com esta operação logística disruptiva, a Hidrovias do Brasil obteve cerca de 55% de redução em custos. Esta movimentação foi realizada no Corredor Logístico Sul, onde a empresa atua por meio da hidrovia Paraguai-Paraná e movimenta mais de 6 milhões de toneladas de cargas diversas, como commodities agrícolas, minérios, celulose, entre outros.

Violência no trânsito gera perda anual bilionária ao País

Em 2016, a violência no trânsito gerou ao País perda de produção da ordem de R$ 146 bilhões, o equivalente a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), revelou a economista Natália Oliveira, coordenadora do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (Cpes), da Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg), ao participar do fórum ‘Segurança no Trânsito’, promovido dias atrás pela Folha de São de Paulo. O prejuízo corresponde ao valor atual do que seria gerado ao longo da vida produtiva pelo trabalho de 33,5 mil pessoas que faleceram e outras 28 mil que tiveram invalidez permanente no ano passado.

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(Foto: Divulgação)

Segundo Natália Oliveira, cerca de 75% dos acidentados estão na população economicamente ativa. “Há uma discussão ética quando se pensa em avaliar quanto custa uma vida, mas temos que saber o quanto a sociedade, como um todo, perde quando tiramos essa vida”, disse Natália, que participou da mesa de discussão ‘O custo da insegurança’.

Para ela, os números demonstram uma necessidade urgente de investimento em segurança viária no País. “O Brasil precisa gastar dinheiro para aumentar a fiscalização e melhorar as estradas. Não é como um investimento em educação, que, apesar de necessário, demora 20 anos para trazer um retorno. Aumentar a fiscalização para mudar um comportamento no trânsito traz um retorno financeiro imediato”, destacou.

O estudo calcula a perda da capacidade produtiva ocasionada por acidentes que resultaram em mortes e invalidez permanente, com base nas estatísticas do seguro DPVAT, que a partir da operação Tempo de Despertar foram, contudo, colocadas sob suspeição, considerando o elevado número de fraudes praticadas contra esse seguro por organizações criminosas.

Pesquisa encomendada pelo Movimento Paulista de Segurança no Trânsito à fundação Sistema Estadual de Análises de Dados (Seade), aponta, por sua vez, que só nas rodovias federais e estaduais, foram R$ 5 bilhões perdidos em 2016. O número leva em conta gastos como a destruição do veículo, despesas hospitalares e a perda de produtividade. “São aproximadamente R$ 15 milhões por dia. São números muito assustadores”, disse Carlos França, chefe da divisão de produção e analista de projetos da fundação, conforme informou a Folha de São Paulo.

Fonte: Gente Seguradora

Bernard&Bernard marca presença na Festejar Gramado 2017

Nos dias 20 e 21 de maio, aconteceu a Festejar Gramado, feira de negócios para festas e eventos dedicada a cinco segmentos: aniversários, casamentos, eventos corporativos, formaturas e festas infantis.

O evento realizado na Caza Wilfrido, em Gramado, reuniu 75 expositores de produtos e serviços e teve grande presença de público durante os dois dias. A Bernard & Bernard Seguros, tendo em sua carta de produtos a modalidade de seguro para eventos, se fez presente em família.

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Mercado segurador deverá aumentar preços para compensar sinistralidade

seguros-preçoA expectativa é de melhora gradativa ao longo deste ano, mas o crescimento nas ocorrências de despesas e a demora na reprecificação pode impulsionar ajustes e subir competitividade no setor.

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Bernard & Bernard Seguros